martes, 31 de mayo de 2016

Olá de novo a todos!

Aqueles que quiserem escutar a gravação da publicação anterior, façam download do arquivo pendurado no Dropbox fazendo um clic no link seguinte:

https://www.dropbox.com/s/wzt0l0gebzlddeu/record20160531234959.3gpp?dl=0

Obrigada!
Tarefa do video " Dilma Rousseff faz pronunciamento após ter sido afastada por 180 dias pelo Senado Federal"

No video que trabalhamos, o discurso foi dado pela ex presidenta do Brasil Dilma Roussef no dia 12 de março do atual ano e teve uma duração de aproximadamente quinze (15) minutos. Foi realizado após o início do processo de impeachment contra ela e sua suspensão do seu cargo pelo Senado Federal enquanto as investigações por alegada corrupção forem feitas.

No começo, aclarou que só faria uma declaração á imprensa, não uma entrevista.

A seguir, Rousseff comentou que foi eleita presidenta por 54 milhões de cidadãos e que nessa condição, ela se dirigia a eles no que considerava um "momento decisivo para a democracia brasileira" e do futuro da nação.

Declarou que o processo de impeachment não só põe em perigo o seu mandato mas também "respeito às urnas, á vontade soberana do povo brasileiro e á Constituição". Alem disso, que também estavam em risco o que seu governo alcançou nos últimos 15 anos como os ganhos dos pobres e da classe média, a proteção das criança e dos jovens começando a estudar nas universidades e escolas técnicas, a valorização do salário mínimo, os serviços dos médicos que atendem á população, o projeto "Minha casa, minha vida".

Segundo Roussef, também estavam em risco o pré-sal, uma recente descoberta do Brasil, o futuro do pais e a oportunidade e a esperança de avançar.

Aproveitou a oportunidade para esclarecer que  não tem contas no exterior, que nunca aceitou propinas nem chantagens e nunca pactuo com a corrupção. Adicionou que não tinha aprovado 6 decretos para créditos suplementar sem seguir as autorizações previstas na lei e que não tinha atrasado pagamentos do plano Safra porque não disse nada ao respeito dele e que, de fato, "nada restou para ser pago".

Denunciou que o processo de impeachment era fraudulento e que era mesmo um verdadeiro golpe contra ela. Argumentou o anterior dizendo que desde sua eleição "parte da oposição, inconformada, pediu recontagem de votos, tentou anular as eleições e depois passou a conspirar abertamente pelo meu impeachment". Alem disso, que criaram instabilidade política impedindo a recuperação da economia, sabotaram seu governo e forçaram "o ambiente preciso para um golpe".

Também argumentou ser acusada de crimes que não cometeu porque tudo o que seu governo fez, foi legal correto e necessário. Que tinha sido feito no passado sem ser considerado crime e que , portanto, o processo contra ela não era impeachment mas um golpe. Segundo ela, o processo era frágil, juridicamente inconsistente e injusto.

Mencionou outros riscos de o pais ser dirigido "por un governo que não foi eleito" como o impedimento da execução do programa de seu governo e a "ameaça a democracia e as conquistas que a população alcançou nas ultimas décadas".

Já concluindo a declaração, disse ter atravessado desafios como a injustiça, fazendo referencia á ditadura militar dos anos 1964 até 1985 que o Brasil sofreu, e a doença, referindo-se ao câncer contra o que lutou em 2009. Prometeu que ia lutar para exercer seu mandato até seu fim que seria no 2018 mas implicou que seria necessária a participação da população para evitar o golpe.

Afirmou se sentir feliz consigo própria ao ver no espelho a face de uma mulher inocente, que sentia orgulho de ser a primeira mulher eleita presidenta  e que nunca imaginou que lutaria de novo contra um golpe no pais.

Esta declaração foi feita, no nossa opinião, num tom de voz calmo e conciliador. As palavras e as estritas empregadas foram simples e de fácil compreensão. Mas pensamos que podia ter sido melhor estruturada.

As fontes usadas para esta publicação são as seguintes:

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/05/12/pronunciamento-de-dilma-rousseff.htm

http://youtu.be/Qa0gCcsy_l4

martes, 3 de mayo de 2016

Adiciono este terceiro artigo que considerei interessante. Matriz energética: evolução das renováveis Da Agência Ambiente Energia – No âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) disponibilizou a cartilha “Brasil: Renováveis para o Desenvolvimento”, que apresenta as vantagens competitivas do país no setor energético a partir do alto percentual de fontes renováveis na sua matriz. Segundo o documento, o Brasil é a sexta economia do mundo e apenas o 18º no ranking das nações quanto às emissões de gases de efeito estufa devidas à produção e ao uso da energia. Em 2009, as emissões alcançaram 338 milhões de toneladas de CO2, menos de 1,2% do total mundial de 30 bilhões. A matriz energética brasileira é exemplo mundial de desenvolvimento com baixo carbono. A intensidade de carbono na economia relacionada ao setor energético é uma medida de sua qualidade ambiental. Em 2005, este indicador foi de 0,16 kgCO2/US$ (2011), metade da média mundial de 0,33. As emissões per capita, uma medida de equidade da contribuição dos povos para as mudanças climáticas, foram inferiores a duas toneladas de CO2/hab, enquanto a média mundial supera quatro toneladas. O Brasil, desde os anos 1970, cresceu em média, 4% ao ano e o consumo de energia, 3,3%. Nesse período, a proporção de renováveis na matriz energética manteve-se sempre acima de 40%. Em 2011, 44% da energia ofertada (272,3 milhões de toneladas equivalentes de petróleo) aos mais de 193 milhões de habitantes do país foram provenientes de origem renovável, sendo a energia hidráulica e a biomassa as principais fontes. Estima-se que, nos próximos 10 anos, as iniciativas em eficiência energética contribuam para evitar emissões de 174 milhões de toneladas de CO2 no país. Com a meta de reduzir 10% do consumo de eletricidade projetado para 2030, o país evitará emissões de 454 milhões de toneladas de CO2 até esse ano. O incentivo à expansão do etanol na matriz energética brasileira teve início nos anos 1970, após a primeira crise do petróleo. Visava, então, à redução da dependência do Brasil às importações de energia e da exposição do país às variações do preço internacional do petróleo. Desde então, o etanol, em substituição à gasolina, vem aumentando sua participação na matriz de transportes, permitindo também redução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa. Até 2010, o consumo de etanol representou a substituição de aproximadamente 250 bilhões de litros de gasolina, evitando-se emissões de 550 milhões de toneladas de CO2. Atualmente, a participação de combustíveis renováveis na matriz de transportes é de cerca de 20%. Além do etanol, há também a contribuição do biodiesel. O Brasil trabalha para manter sua política de incentivo ao uso de biocombustíveis em sua matriz de transportes. As perspectivas são de que essa participação aumente para cerca de 30% até 2020. Na frota de veículos leves, a participação do etanol pode ultrapassar 50% em 2020. Cerca de 87% da energia elétrica gerada no Brasil provem de fontes renováveis. A maior participação é da hidreletricidade, que responde por 81% da geração. O Brasil é um dos países que menos emite gases de efeito estufa na produção de energia elétrica. Em 2009, enquanto a média mundial de emissões foi de 500 gCO2/kWh, no Brasil esse indicador foi de apenas 64 gCO2/kWh. Em 2011, as emissões brasileiras na produção de energia elétrica não ultrapassaram 30 milhões de toneladas de CO2. Nos próximos anos, a energia hidráulica permanecerá sendo elemento-chave da estratégia de expansão da oferta de energia elétrica. Estão em construção grandes usinas, com destaque para Santo Antonio (3.150 MW) e Jirau (3.300 MW), ambas no rio Madeira, e Belo Monte (11.233 MW), no rio Xingu, todos na bacia Amazônica. Centrais eólicas e a biomassa da cana também contribuem para a “renovabilidade” da matriz de energia elétrica brasileira. Essas fontes vêm crescendo muito de importância como reflexo de políticas públicas voltadas para sua inserção na matriz, segundo a EPe. Nos últimos três anos foram viabilizados 6.800 MW de eólicas nos leilões para expansão da oferta no Sistema Interligado Nacional, significando ampliar, até 2015, em 7,5 vezes a capacidade instalada em 2010. Estima-se que, nos próximos 10 anos, as emissões evitadas na geração de energia elétrica no Brasil a partir de fontes renováveis acumulem 500 milhões de toneladas de CO2, valor superior ao total emitido no país em 2011 na produção e uso de todo o tipo de energia (396 milhões de toneladas de CO2eq). publicado em 20 de junho de 2012